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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Arkhétypos no Facebook
Para além do site que recentemente remodelámos, vamos publicando diariamente fotografias e breves resumos de alguns trabalhos no Facebook, onde também poderão deixar alguns comentários.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Arkhétypos TV

O Site da Arkhétypos foi definitivamente remodelado.
Deixe-nos o seu comentário neste blog que após um período de interregno voltou ao activo.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Parabéns umbigo, sete anos...

O prazer em colaborar com esta magnífica obra de arte é cada vez maior.
Fica aqui a inspiração da nossa primeira vez na umbigo, há três anos...
O nome eleito foi ARCHITECTURAL POSTCARDS FROM A CONVICT, e perdura até hoje
…but everyone I used to know was either dead or in prison so I came back to Minneapolis; this time I think I'm gonna stay. (…) hey Charlie for chrissakes do you want to know the truth of it? I don't have a husband, he don't play the trombone and I need to borrow money to pay this lawyer and Charlie, hey I'll be eligible for parole come valentines day. (Tom Waits, «Christmas Card from a Hooker in Minneapolis», Blue Valentine ©1978 Elektra Entertainment - Warner Comm. Inc.)
O nome eleito foi ARCHITECTURAL POSTCARDS FROM A CONVICT, e perdura até hoje
…but everyone I used to know was either dead or in prison so I came back to Minneapolis; this time I think I'm gonna stay. (…) hey Charlie for chrissakes do you want to know the truth of it? I don't have a husband, he don't play the trombone and I need to borrow money to pay this lawyer and Charlie, hey I'll be eligible for parole come valentines day. (Tom Waits, «Christmas Card from a Hooker in Minneapolis», Blue Valentine ©1978 Elektra Entertainment - Warner Comm. Inc.)
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Nova oportunidade...
Pancho Guedes é o arquitecto que se segue a 25 de Maio auditório1 Lusíada

ARCHITECTURAL POSTCARDS FROM A CONVICT
«(…) Na obra de Pancho Guedes diluem-se fronteiras, revelam-se gestos plásticos onde também estão estruturas e exprimem-se formas racionais onde coexistem escultóricas formas arquitecturais, tradições e descobertas.
Uma polifonia sistémica faz interagir a arte e a técnica de tal modo que nunca podemos distinguir fronteiras ou rupturas. É assim um fluir de metamorfoses como nos revela o autor do livro.
E é talvez por isso que em Pancho Guedes o gesto erudito ou o gesto vernacular estão patentes nas suas obras. (…)» (Jacinto Rodrigues, Prefácio a «Pancho Guedes-Metamorfoses Espaciais», de Miguel Santiago Fernandes, Caleidoscópio, Março 2007)

A ARQUITECTURA DOS SONHOS OU DA VIAGEM PELA ARTE
A mais magnífica viagem que tivemos oportunidade de fazer ainda está por fazer.
Com a certeza de que o paradoxo encerrava a mais evidente das verdades parou, o atelier, na tarde em que se apresentaria o livro de Miguel Santiago, sobre a obra de Amâncio d’Alpoim Miranda Guedes, arquitecto, nascido em Lisboa, em 1925.
Era ainda mais evidente esta certeza, porque aquele Homem fora quem, quando estudávamos, nos ensinara que queríamos ser arquitectos para toda a vida. E nos mostrara que talvez isso nos fosse possível…
Nessa altura, com pouco mais de vinte anos, no quarto ano do curso de arquitectura, foi-nos proposto projectar o interior de uma barbearia. Com absoluta confiança - leia-se liberdade - do Cliente, que com uma extrema sensibilidade pintava e esculpia. A obra seria por nós acompanhada e a execução dos mobiliários também. E porque acreditávamos na força da motivação de trazíamos, sugerimos ao nosso Mestre, Pancho Guedes, que um dos trabalhos curriculares fosse substituído pelo trabalho que desenvolveríamos naquela barbearia. E assim foi. Obra concluída.
Naquela tarde, o atelier «mudou-se» para o edifício dos Banhos de S. Paulo, a sede da Ordem dos Arquitectos, para uma sala vazia pela metade, em que se não viram os que querem ser arquitectos e aqueles que, hoje, julgam ensiná-los.
Como pode alguém julgar aprender a arquitectura, permitindo-se não descobrir a sua essência?
E essa essência está no magnífico trabalho de quem explorou a absoluta necessidade da viagem, como Pancho Guedes.

ARCHITECTURAL POSTCARDS FROM A CONVICT
«(…) Na obra de Pancho Guedes diluem-se fronteiras, revelam-se gestos plásticos onde também estão estruturas e exprimem-se formas racionais onde coexistem escultóricas formas arquitecturais, tradições e descobertas.
Uma polifonia sistémica faz interagir a arte e a técnica de tal modo que nunca podemos distinguir fronteiras ou rupturas. É assim um fluir de metamorfoses como nos revela o autor do livro.
E é talvez por isso que em Pancho Guedes o gesto erudito ou o gesto vernacular estão patentes nas suas obras. (…)» (Jacinto Rodrigues, Prefácio a «Pancho Guedes-Metamorfoses Espaciais», de Miguel Santiago Fernandes, Caleidoscópio, Março 2007)

A ARQUITECTURA DOS SONHOS OU DA VIAGEM PELA ARTE
A mais magnífica viagem que tivemos oportunidade de fazer ainda está por fazer.
Com a certeza de que o paradoxo encerrava a mais evidente das verdades parou, o atelier, na tarde em que se apresentaria o livro de Miguel Santiago, sobre a obra de Amâncio d’Alpoim Miranda Guedes, arquitecto, nascido em Lisboa, em 1925.
Era ainda mais evidente esta certeza, porque aquele Homem fora quem, quando estudávamos, nos ensinara que queríamos ser arquitectos para toda a vida. E nos mostrara que talvez isso nos fosse possível…
Nessa altura, com pouco mais de vinte anos, no quarto ano do curso de arquitectura, foi-nos proposto projectar o interior de uma barbearia. Com absoluta confiança - leia-se liberdade - do Cliente, que com uma extrema sensibilidade pintava e esculpia. A obra seria por nós acompanhada e a execução dos mobiliários também. E porque acreditávamos na força da motivação de trazíamos, sugerimos ao nosso Mestre, Pancho Guedes, que um dos trabalhos curriculares fosse substituído pelo trabalho que desenvolveríamos naquela barbearia. E assim foi. Obra concluída.
Naquela tarde, o atelier «mudou-se» para o edifício dos Banhos de S. Paulo, a sede da Ordem dos Arquitectos, para uma sala vazia pela metade, em que se não viram os que querem ser arquitectos e aqueles que, hoje, julgam ensiná-los.
Como pode alguém julgar aprender a arquitectura, permitindo-se não descobrir a sua essência?
E essa essência está no magnífico trabalho de quem explorou a absoluta necessidade da viagem, como Pancho Guedes.
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